Comunicação
Bacia de Santos

Projeto de Educação Ambiental inicia atividades nas comunidades pesqueiras


PEA é desenvolvido pela Petrobras, seguindo exigência do Ibama

Reuniões com pescadores são retomadas no Litoral Norte de São Paulo

A Petrobras retomou, no último mês de maio, as reuniões dos Projetos de Educação Ambiental (PEA) nas comunidades que praticam a pesca artesanal no Litoral Norte de São Paulo.  

O PEA é desenvolvido pela Petrobras, seguindo exigência do Ibama, e tem como objetivo minimizar os impactos causados pela atividade de produção de petróleo e gás natural. 

Já foram realizadas reuniões em diversas comunidades, como Almada, Barra dos Pescadores, Porto Novo, São Francisco, Camoroeiro e Tabatinga, localizadas nos municípios de Ubatuba, Caraguatatuba e São Sebastião.  

Os encontros foram conduzidos pelos profissionais da Mineral Engenharia e Meio Ambiente, consultoria contratada para execução do PEA. Os pescadores artesanais puderam conhecer o projeto e ajudaram a planejar as próximas atividades, formando comissões comunitárias para construção participativa do projeto.  

Fortalecimento das comunidades 

Uma das missões do PEA é contribuir para o fortalecimento das comunidades pesqueiras que sofrem influência de empreendimentos de petróleo e gás natural. Para isso, está sendo desencadeado um processo educativo que favorece o acesso e interlocução dessas comunidades ao Poder Público e gestores ambientais dos territórios onde vivem e atuam. 

A ideia é fazer com que as comunidades participem ativamente das tomadas de decisões e, consequentemente, do desenvolvimento do projeto. Essa forma de condução atende as premissas exigidas pelo Ibama, e estão baseadas em métodos como o da Educação Popular e da Educação Ambiental Crítica. 

Para as regiões do Litoral Norte de São Paulo e Litoral Sul do Rio de Janeiro (que compreendem os municípios de Ilhabela, São Sebastião, Caraguatatuba, Ubatuba, Paraty, Angra dos Reis e Mangaratiba), o PEA será desenvolvido com 70 comunidades que exercem atividades de pesca artesanal e, até o segundo semestre de 2017, terão sido realizadas reuniões de retomada, que marcam o início das atividades de campo do PEA, em todas as comunidades envolvidas. 

Após essa primeira etapa, serão desenvolvidas as próximas atividades do PEA, que devem incluir reuniões presenciais, palestras, oficinas para qualificação profissional e intercâmbio de experiências, de acordo com as decisões tomadas por cada comunidades. 

A primeira fase do PEA terá duração de três anos, mas o projeto deverá ocorrer continuamente, enquanto houver produção de petróleo e gás natural por empreendimentos da Petrobras na Bacia de Santos, o que remete a um horizonte de cerca de 30 anos. 

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